Vesilute
Também conhecido como: Peptídeo da bexiga, Peptídeo urinário
Identificadores Moleculares
Fórmula Molecular
C9H14N2O7
Número CAS
3918-84-1
PubChem CID
99716UNII
38Y324JU2X
Peso Molecular
262.22 Da
Visão Geral
Dipeptídeo biorregulador do trato urinário desenvolvido pelo grupo Khavinson. Atua sobre o epitélio vesical, regulando a expressão gênica e apoiando a função da bexiga. Comercializado em farmácias russas em formulação de cápsula oral para suporte urológico em ciclos curtos.
O Vesilute é apresentado como biorregulador curto do trato urinário, atuando sobre o epitélio da bexiga e propondo normalização da expressão gênica em tecido vesical. O efeito clínico descrito na literatura russa é de suporte à função urinária, especialmente em quadros de envelhecimento do trato urinário inferior e queixas funcionais leves.
Fora da Rússia o Vesilute não tem aprovação regulatória nem indicação clínica reconhecida. O produto é comercializado em farmácias russas em cápsulas orais (registro RLS), tipicamente em ciclos curtos de 20 a 30 dias, repetidos 4 a 6 meses. Em outros mercados é dispensado por farmácia de manipulação como uso off-label. A base de evidências é majoritariamente russa, com escassez de ensaios clínicos independentes em humanos.
Dentro da família Khavinson, o Vesilute compõe o eixo urogenital ao lado do Prostamax (próstata) e do Testagen (testicular): cada um proposto como biorregulador tecido-específico do aparelho urogenital, diferenciando-se mais pelo tecido-alvo proposto do que pelo mecanismo geral. Toda essa literatura comparativa é majoritariamente russa e pré-clínica.
ED Glu-Asp Meia-vida
~2-4 horas
Via de Administração
Subcutânea ou intramuscular
Categoria
Pesquisa Especializada
Mecanismo de Ação
- Regulação da expressão gênica no epitélio da bexiga
- Suporte à função do detrusor e do trígono vesical
- Modulação da renovação celular do urotélio
- Efeito biorregulador sobre o trato urinário inferior
- Proteção do epitélio vesical contra alterações relacionadas à idade
Protocolo de Dosagem
Dados compilados da literatura. Não constituem recomendação médica.
| Parâmetro | Valor |
|---|---|
| Dose | 1-2 cápsulas por via oral (0,2 g por cápsula, contendo complexo peptídico AKS-M) |
| Frequência | 1-2 vezes ao dia, durante as refeições |
| Timing | Durante as refeições |
| Duração | 20-30 dias por ciclo, repetir o curso a cada 4-6 meses |
Efeitos Colaterais Reportados
Efeitos adversos descritos na literatura. Gravidade e frequência variam entre indivíduos.
- Dor no local da injeção
- Vermelhidão local (raro)
Propriedades do Produto
| Pureza | >95% |
| Aparência | Pó liofilizado branco |
| Solubilidade | Solúvel em água e água bacteriostática |
| Fonte | Síntese química em fase sólida (SPPS) |
| Armazenamento | Liofilizado: -20°C por até 2 anos, 2-8°C por até 6 meses. Reconstituído: 2-8°C por até 4 semanas. Proteger da luz e umidade. Evitar ciclos repetidos de congelamento-descongelamento. |
Apresentações e Preparo
Frascos (vials) de Vesilute encontrados no mercado de pesquisa:
Reconstituição
- Diluente: Água bacteriostática
- Volume: 2 ml por frasco
- Injetar o diluente lentamente na parede do frasco
- Girar suavemente até dissolução completa
- Nunca agitar
Armazenamento
- Liofilizado: Refrigerado 2-8°C
- Reconstituído: Refrigerado 2-8°C (até 30 dias)
- Proteger da luz direta
- Não congelar após reconstituição
Estudos Científicos
Estudos publicados sobre Vesilute.
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50-150 mcg por administração (IV ou subcutâneo) · 1-3 vezes ao dia conforme protocolo
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1-2 cápsulas por via oral (0,2 g por cápsula, contendo complexo peptídico AKS-B) · 1-2 vezes ao dia, durante as refeições
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1-2 cápsulas por via oral (0,2 g por cápsula, contendo complexo peptídico de tecido bronquial) · 1-2 vezes ao dia, durante as refeições
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1-2 cápsulas por via oral (0,2 g por cápsula, contendo complexo peptídico AKS-6) · 1-2 vezes ao dia, antes das refeições